quinta-feira, 29 de novembro de 2007

Mercado Solidário em breve na ESEC

No próximo dia 30 de Novembro, pelas 14h30, terá início no auditório da ESEC uma assembleia sobre Mercado Solidário. Esta é uma iniciativa organizada pelos alunos da licenciatura de Animação Socioeducativa e coordenada pela docente da ESEC Teresa Cunha. Como colaboradores, este projecto conta também com a associação Acção para a Justiça e Paz e com a Comunidade da Granja do Ulmeiro.
O Mercado Solidário é uma ferramenta económica para responder às dificuldades das populações e gerar rendimentos e alternativas mais justas e solidárias no acesso a produtos e serviços. Por se tratar de um tipo de mercado diferente, este não lida com o euro; utiliza a "moeda social" que, no caso da ESEC, vai tomar o nome de "justas".
Esta iniciativa inclui dois momentos diferentes. O primeiro corresponde à sessão de 30 de Novembro, que conta com a apresentação de documentários e com debates entre convidados, como o professor Luís Mota e a professora Lucília Salgado, e entre estes e o público. Será ainda no dia 30 de Novembro que serão tratados aspectos relativos à organização do Mercado Solidário da ESEC. Para além da divulgação da iniciativa, decorrerão as inscrições e a distribuição das tarefas e equipas de trabalho.
O segundo momento do Mercado Solidário na ESEC acontecerá no dia 6 de Dezembro, no claustro da escola, desde as 9 até às 13h00. Mas não é necessário esperar pela assembleia para se inscrever na iniciativa. Qualquer pessoa pode participar preenchendo o formulário electrónico disponibilizado na página web da ESEC, enviando-o depois para tahine@esec.pt. Em alternativa, poderá preencher os formulários em papel (reutilizado) que serão distribuídos pela escola, colocando-os depois no cacifo nº 68. Grupo 4

Um jogo de animais jogado por cavalheiros

crónica

Podemos mudar de bairro, de cidade, de país, de continente. Um dia, quem sabe, talvez possamos até mudar de galáxia. Mas há uma coisa que nunca seremos capazes de mudar: a nossa cultura.
Até há cerca de dois meses, o meu ritual era o mesmo. Sentava-me na mesma cadeira, no mesmo bar e pedia a mesma bebida. O objectivo: assistir ao Mundial de Rugby. Procurei por todos os bares da zona, mas somente ali encontrei quem preferisse esta modalidade ao futebol e aproveitei a minha sorte de ter encontrado na mesma sala quem vivesse no mesmo planeta que eu, nem que fosse por apenas 80 minutos.
Podem chamar-me lamechas, chorão ou sensível, mas acho que o hino nacional de um país é sagrado e, tal como tinha acontecido nos últimos jogos, as lágrimas escorriam-me pela cara abaixo, no que para mim mais não era do que saudades da minha terra. Mal acabou o Nkosi Sikelele, que fiz questão de cantar alto e em bom som para que todos os “entendidos” de Coimbra soubessem que there was a South African in the house, sentei-me para ver mais um jogo de suspense.
Tal como no primeiro dia, eu era uma das três ou quatro pessoas a ver o jogo. Uma delas era um homem, na casa dos cinquenta, que passou o desafio quase todo fixado na televisão e a questionar-se sobre que tipo de jogo era aquele! "Que violência! Que horror!”, devia estar a pensar o homem que ficava cada vez mais pálido. Na África do Sul, costumamos dizer que o rugby é um jogo de animais jogado por cavalheiros e que o futebol é um jogo de cavalheiros jogado por animais. Dito isto, penso no número que conflitos que ocorrem entre adeptos do futebol e não deixo de pensar que, afinal, o jardim zoológico não se restringe às quatro linhas.
Por toda a parte, ouvimos dizer que só conhecemos alguém verdadeiramente após o casamento. Eu sou mais prático: se querem conhecer-me como realmente sou, ponham-me a ver rugby! Pode não ser bonito, mas sou eu!
Findo o jogo, fui para casa como se tivesse ganho a lotaria! Quem passasse por mim talvez me confundisse com um adepto do Fátima, isto porque a final do Mundial foi na mesma noite da jornada da Taça da Liga em que o Fátima bateu o Sporting por 2-1. Mais uma vez, tudo parece girar à volta do futebol…
Tenho a certeza de que, para os empregados do bar, o facto de o mundial ter acabado deve ter sido um momento de alívio, mais não fosse por saberem que depois desse dia quase de certeza que eu não voltaria lá! Pelo menos durante os próximos quatro anos… Óscar Filipe Ferreira Pinto

quarta-feira, 28 de novembro de 2007

O bar é que está dar na AAC


reportagem

Nos últimos tempos, quando se fala da Associação Académica de Coimbra (AAC), a primeira coisa que ocorre aos estudantes é o bar da associação. As secções culturais e desportivas da AAC parecem estar até a perder, a favor do bar, parte do protagonismo que já tiveram na academia.
Em qualquer noite da semana, quem passar pelo edifício da rua Padre António Vieira vê grandes grupos de jovens à porta conversando, de copo na mão, à porta do bar. Às vezes, chega a haver fila para entrar.
Lá dentro, há muito calor humano. Nota-se que algumas raparigas, e rapazes, se produziram com esmero, para a saída nocturna. Mas aqui também há muito fumo, bebidas entornadas e cheiros de diferentes perfumes. A música sobrepõe-se a quase todas as vozes, que têm de gritar para se fazer entender.
O bar da AAC não se enche apenas à noite. Depois de almoço, basta uma espreitadela para se perceber que quem quiser tomar café terá que o fazer ao balcão, se não estiver disposto a desesperar por uma mesa.
Pelo contrário, quem subir ao 1º andar da AAC, descobre os corredores das secções culturais e desportivas quase desertos, cruzando-se aqui e ali com o vulto negro de um estudante trajado. Ao cimo das escadas, tranquilas, o placard é uma gritaria visual de informações, com panfletos e cartazes alusivos às actividades do Coro Misto, aos cursos ministrados na RUC [Rádio Universidade de Coimbra], à prática do taekwondo, às aulas de guitarra portuguesa, aos torneios de xadrez e, claro, às acções de luta da academia contra as propinas.
Apesar deste dinamismo aparente, um olhar mais atento nota que as vozes de muitos destes papéis já perderam vigor. Alguns já datam do mês passado, do ano passado ou mesmo de 2004 e começam a amarelecer.
Perto dali, o teatro de bolso está vazio. Na porta, está afixado o cartaz da última produção do CITAC - Círculo de Iniciação Teatral da Academia de Coimbra. “Estado de Excepção” é o nome da peça.
A meio do corredor do 1º andar descobrem-se novos sinais de que o edifício ainda acolhe actividades culturais. Os suaves acordes de guitarra começam a iluminar e aquecer as paredes tristes de cor indefinida. Sentados em círculo, numa pequena sala da Secção de Fado, três alunos tentam escrupulosamente acompanhar o professor, que dedilha, mais ágil, as doze difíceis cordas da guitarra. A placa ao lado da porta dizia “ Sala da Secção de Fado”. São quase aulas particulares. Já houve turmas de 40 alunos na secção, mas este anoapareceram apenas dez interessados em aprender a tocar o instrumento da tradição coimbrã.
A sala da Secção de Xadrez, uma das 25 secções desportivas da AAC, é das poucas que estão abertas. Esta, na verdade, tem a porta escancarada, mostrando as mesas cuidadosamente arrumadas, com as respectivas cadeiras à sua volta. Mas os reis e rainhas, imóveis, parecem aborrecidos nos tabuleiros, por não poderem governar um reino onde não há jogadores.
No 2º andar da sede da AAC, volta a imperar o silêncio, só rasgado, de forma agressiva, pelos berbequins mobilizados para as obras de remodelação das instalações sanitárias.
Mesmo ao lado da sala do Basquetebol fica a sala da secção de Jornalismo. Esta está em plena laboração. À volta de uma mesa, quatro colaboradoras sorridentes, todas alunas da Universidade de Coimbra, preparam as peças da próxima edição de “A Cabra “. Como o último número do jornal, com periodicidade quinzenal, acabou de sair, há mais que tempo para preparar as coisas com descontracção. Esta é uma das 16 secções culturais da AAC que têm mantido um trabalho mais constante, como está aí "A Cabra" para testemunhar com as suas edições sucessivas.
A AAC também reservou um lugar para o cinema. A secção chama-se Centro de Estudos Cinematográficos. A porta está fechada, mas exibe o calendário dos filmes que vão passar no Ateneu, semanalmente. O festival Caminhos do Cinema Português também é organizado pelos estudantes que costumam ocupar esta sala, agora vazia.
Lotação esgotada, ou quase, é algo que só mesmo o bar da AAC, cheio de conversas, fumo e cafés, parece conseguir nesta tarde. Grupo 4

Furacão Teresa

perfil
Quando se ouve risota ou agitação na ESEC, o mais certo será Teresa Jorge estar aí. Nasceu em Luanda há 34 anos. Veio para Portugal com sete meses, mas sonha um dia voltar a Angola.
Morou sempre em Outil, concelho de Cantanhede.
No secundário escolheu Humanidades, mas o seu sonho sempre foi Desporto. Também quis seguir a carreira do pai, polícia, ou ser militar, mas a Matemática fê-la desistir. "Sou a rebelde lá de casa, a mulher do desporto. O meu irmão era o menino queque", conta Teresa Jorge, que sublinha ser do signo Escorpião.
Entrou na Escola Superior de Educação da Guarda em Relações Públicas. "Foram os melhores anos da minha vida. Era a mais maluca das quatro lá de casa", diz divertida. No final do bacharelato, fez cinco estágios. O primeiro foi na Câmara Municipal de Cantanhede: “Ganhei muito calo, foi a escola da minha vida”. O mesmo aconteceu na Purina, a empresa das rações para animais, onde ganhava 115 contos (575 euros) que pareciam uma fortuna. “Fiquei doida!”, recorda extasiada. Foi para o Governo Civil de Coimbra durante ano e meio, mas dessa vez ficou desiludida. "Ensinou-me o pior".
Chega então à ESEC em 1999, para se licenciar. No estágio profissional que cumpriu nesta escola, abriu o Gabinete de Relações Públicas e acabou por ficar efectiva na casa. Diz que, até 2003, tudo correu bem, mas que, a partir daí, com a mudança de conselho directivo, as coisas pioraram. “Ou és forte e aguentas ou, então, sofres bastante. Quanto mais tentava provar, menos queriam saber, e os meus projectos não saíam da prateleira. Eu gosto que me piquem, que me explorem”. Até Junho de 2007, quando entra novo directivo, confessa ter sofrido bastante. Agora sente-se outra: “Há feedback, respeito e sou ouvida”. Conta que aquilo que mais a prende à escola são os alunos. “Ninguém sai do meu gabinete sem que fique tudo tratado. Se as pessoas me procuram, é porque precisam da minha ajuda”, reforça.
Em 2002, Teresa Jorge deu aulas de Relações Públicas a alunos de Turismo em Cabo Verde, durante duas semanas. “Fui assaltada por miúdos! A partir daí, senti-me preparada para tudo e fui passar férias sozinha ao Brasil”.
Apesar dos altos e baixos por que passou na escola, não faltou um único dia.
“A melhor coisa que me aconteceu na ESEC foi ter conhecido o Armando”. Começaram a namorar em 2004 e casaram um ano depois. “O primeiro beijo tive de ser eu a dar-lho, em frente ao guichet dos Serviços Académicos. Depois da hora de expediente!”, ressalva a rir.
Casou pelo Registo Civil, de ténis e jardineiras, depois de ter feito o noivo andar atrás dela na manhã do casamento, pensando que Teresa se teria arrependido. “Cheguei ao tribunal e escondi o carro atrás de uns arbustos e o Armando, desesperado, foi à praia procurar-me. Liguei-lhe a gritar: ‘Onde é que tu estás, Armando? Estou à tua espera para nos casarmos!’”. Um mês depois, casaram pela igreja e foram morar para a casa que Teresa orgulhosamente desenhou. “Decidi ir morar sozinha quando ainda estava com os meus pais. Imaginei e concretizei cada parte da minha casa”.
A independência sempre foi um objectivo de Teresa Jorge, que trabalhava durante as férias para ter o seu dinheiro de bolso. Desenvolveu o projecto “Tempos Activos” com o marido (“T” de Teresa e “A” de Armando). Ela ensina Aeróbica e ele Informática, tudo a baixo custo na Junta de Freguesia de Outil, cujo executico Teresa integra. A iniciativa ajudou-a a abstrair-se da ESEC, fora do horário de trabalho. Diz estar na junta “não pela política, mas pelo povo”.
O cancro despertou especial atenção em Teresa, depois da morte da mãe de uma amiga. “Apercebi-me de que a saúde é o nosso bem mais precioso, mais importante do que uma conta cheia de euros. Tomei conta dos filhos da minha amiga, depois de a mãe lhe ter morrido com cancro e de também a ela lhe ter sido diagnosticado o mesmo problema”. Por isso, todos os anos, Teresa realiza jantares cuja receita reverte a favor do Instituto Português de Oncologia de Coimbra ou da associação Acreditar. Para não pensarem que é “uma obcecada por cancros”, decidiu também organizar jantares para ajudar os bombeiros de Cantanhede.
Detesta esperar, mas desta vez não teve hipótese. Falta-lhe um mês para ser mãe. “É muito bom estar grávida, mas estou farta. Só quero ter este, mas gostava de adoptar uma ou duas crianças”. Já garantiu que, “se aos 9 meses o João não estiver cá fora, vão ver uma doida a subir e descer as escadas monumentais até provocar o parto”.
Apesar de também gostar de dar e receber carinho, Teresa assume-se como exigente e impulsiva: “Quando me empancam eu expludo e posso perder a razão”. O marido concorda e acrescenta que ela “é muito exigente”.
Teresa não desiste dos sonhos. “Gostava de abrir uma empresa de organização de eventos na área de hotelaria, ou algo ligado ao desporto”. Seja o que for que o futuro lhe reserve, será sempre algo ligado às pessoas. “A minha vida é gira, porque estou sempre em contacto com os outros. Sozinhos não somos nada”. Grupo 3

O Filho pródigo da ESEC


perfil

Passa pelos claustros de manhã e é rara a pessoa que não cumprimenta com um bom dia ainda ensonado. Laurindo Filho é presidente da Associação de Estudantes da ESEC há cinco anos. Tem um problema com a Estatística

Nascido em terras de Vera Cruz onde viveu até aos 11 anos, Laurindo saiu de S. Paulo para vir viver para Portugal. A instabilidade financeira, a insegurança e, principalmente, a enorme vontade de regressar às origens fez com que os seus pais assentassem de vez em Penacova, uma pequena vila do distrito de Coimbra. “Nós vivíamos muito bem lá, mas o meu pai achou melhor viver em Portugal”. Laurindo conta que a sua primeira desilusão, em Portugal, foi o clima, pois é uma pessoa que gosta de sol e calor. “Nunca mais me esqueço de que, quando cheguei, choveu durante 15 dias. Só me apetecia voltar para o Brasil”, recorda. O facto de os brasileiros serem pessoas mais alegres e afáveis também contribuiu para que as saudades aumentassem. Hoje, Laurindo diz já se ter habituado, mas não põe de parte a hipótese de regressar.
Estudou no Instituto de Ensino Santo Ivo, em S. Paulo, até ao 5º ano e concluiu o ensino secundário em Penacova. Entrou na Escola Superior de Educação de Viseu em 1999, mas não ficou satisfeito, porque o que realmente queria era estudar em Coimbra. “Na altura, eu tinha 17 anos e, para além dos motivos pessoais, era em Coimbra, com toda a sua mística de vida académica, onde eu queria estudar”. Em 2000, entra na Escola Superior de Educação de Coimbra (ESEC) na primeira opção, Comunicação Social, curso que frequenta ainda.
Foi logo no seu ano de caloiro que se viu “metido” na Associação de Estudantes (AE), ocupando o lugar de relator do conselho fiscal. Concorreu à presidência da AE no ano de 2002/2003 e de lá não saiu até aos dias de hoje. Como seria de esperar, ao longo de cinco anos conheceu altos e baixos. Se há pessoas que desistem à primeira tempestade, essa pessoa não é Laurindo Filho. “Quando o compromisso está assumido, levo as coisas até ao fim”, diz com naturalidade.
Hoje em dia, divide o seu tempo entre a AE, e toda a roda-viva que esta implica, a tentativa de se manter a par da actualidade informativa, e os assuntos relativos à Real Tertúlia Bubones (Comissão de Praxe da ESEC) que dirige como Mocho Real. Sempre que tem um tempinho, dá uma olhadela nos apontamentos de Estatística, cadeira que o prende no 3º ano da Licenciatura. As suas perspectivas para o futuro passam essencialmente por acabar o curso e trabalhar na área do curso.
Nos tempos livres gosta é de jogar à bola com os amigos, embora também se dedique à prática futebolística a nível federado. Gosta de navegar na Internet, de ler, de escrever e de cantar. “Quem o conhece sabe que passa os dias a cantarolar. Às vezes é preciso pedir por favor, para que ele pare”, diz o seu irmão Horácio entre gargalhadas.
Divertido, alegre, amigo do seu amigo, responsável, sensível, optimista, corajoso, romântico e muito empenhado são as palavras mais ouvidas pelos amigos quando o assunto é o Laurindo. A opinião é unânime: “Os adjectivos parecem poucos e vagos para o descrever”. E tu Laurindo, como é que te caracterizas? “Eu? Eu sou acima de tudo um sonhador”. Grupo 2

sexta-feira, 23 de novembro de 2007

Convento de Tomar em livro

Convento de Tomar - O berço de um grande império é o título do livro de Isabel Santinho que vai ser apresentado a 28 de Novembro, no Auditório da Escola Superior de Educação de Coimbra. Organizada pela editora Pé de Página e a autora, a sessõ de lançamento da obra inclui, a partir das 17h50, a representação de alguns quadros históricos, em ambiente musical. A interpretação está a cargo de alunos e professores do Agrupamento de Escolas D. Gualdim Pais, de Tomar. Todos estão convidados a assistir, sobretudo aqueles que estudam ou trabalham em áreas como a Literatura, História, Geografia ou Turismo. Grupo 4

Teatrão recria os jogos infantis

Pretas e Vermelhas Penduradas nas Orelhas é a mais recente produção do Teatrão, companhia de teatro de Coimbra. Com estreia a 24 de Novembro, às 17h00, no Museu dos Transportes, o espectáculo é dedcado aos meninos e meninas com mais de 3 anos. Pretas e Vermelhas Penduradas nas Orelhas sugere ao público uma viagem de quarenta minutos às brincadeiras e aos jogos de infância.Produzido pela Moagem, Cidade do Engenho e das Artes do Fundão e concebido por Leonor Barata, o espectáculo é interpretado por Ângela Duarte, Leonor Barata e Manuela Neves. As sessões para escolas dos dias 21 e 23 de Novembro já estão esgotadas. Para dia 24, podem ser feitas reservas através dos telefones 239 7140 13 / 914 617 383 e do e-mail: https://webmail.esec.pt/horde/imp/message.php?index=3753##. Grupo 4

 

Classe Media © 2007 Álvaro Vieira